O projeto "Tião, Meu Glorioso Café", viabilizado em 2024 pela Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura e Governo Federal, leva o inspirador monólogo autobiográfico de Arthur Baldin, a seis cidades do estado de São Paulo. Cada apresentação é complementada por uma exposição interativa e gamificada, além do lançamento de um jogo para dispositivos móveis, inspirado na peça.
Com o objetivo de sensibilizar e conscientizar o público sobre a realidade das pessoas com deficiência, "Tião, Meu Glorioso Café" promove a inclusão e empatia através de uma experiência cultural e interativa. Em um país onde mais de 20% da população declara ter algum grau de deficiência, é crucial apresentar essas perspectivas. O projeto responde à necessidade urgente de dar voz a essas pessoas e atualizar a sociedade sobre sua realidade, especialmente após o cancelamento do Censo 2020, que deixou esses números desatualizados.
"Tião, Meu Glorioso Café" não só reconhece a importância de dar voz às pessoas com deficiência, mas também busca criar uma conexão significativa com o público. A peça e suas ações interativas promovem a sensibilização e conscientização, colocando o público no lugar das PCDs e estimulando uma empatia genuína. É uma oportunidade única para conectar-se com uma realidade muitas vezes ignorada e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para todos.
Arthur Acosta Baldin é um talentoso escritor, ator e professor de teatro de São Paulo. Formado em Comunicação das Artes do Corpo e pós-graduado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Arthur é conhecido por seu monólogo autobiográfico “Tião, Meu Glorioso Café”, dirigido por Nando Bolognesi. Ele também escreveu, dirigiu e atuou na peça “Segismundo ExtemporÂneo”, apresentada no Programa Praças da Secretaria de Cultura de São Paulo em 2022. Além disso, é cofundador do coletivo Libertas e participou da semana “Modos de Acessar”. Sua experiência inclui trabalhos na Cia. Mirante de Arte e diversas contribuições para o jornal “O São Paulo”.
Na área da educação, Arthur atuou como professor no Colégio Piaget e auxiliar no Colégio Oswald de Andrade, além de ser Arte Educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ/2022) promovido pela Secretaria de Cultura do Município de São Paulo. Com um amor profundo pela comunicação e pelo ensino, Arthur Baldin se destaca não só no teatro, mas também em projetos audiovisuais, como a adaptação de seu monólogo para o longa “As Horas Seguintes” e a participação na média-metragem “Des.Conecte-se”. Seu trabalho busca constantemente dar protagonismo e voz às pessoas com deficiência, refletindo seu compromisso com a inclusão e a diversidade no campo artístico.
Tião é café, arte e consciência social!
Arthur Baldin, vindo de uma família amante de café, desenvolveu desde pequeno uma relação especial com a bebida. Após uma anoxia no parto que resultou em déficits na coordenação motora, ele encontrou no café uma metáfora para superar suas limitações.
Nomeando a bebida de "Tião", Arthur transformou sua adversidade em uma fonte de criatividade, empenho e bom humor. Seu monólogo “Tião, Meu Glorioso Café” usa essa alegoria para destacar as experiências e pontos de vista das pessoas com deficiência.
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Um projeto idealizado por Arthur Baldin e viabilizado em 2024 pela Lei Paulo Gustavo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura e Governo Federal.